
Muita gente ainda torce o nariz quando ouve falar em tecidos ecológicos, alimentos orgânicos e produtos naturais. Na Europa e nos Estados Unidos, a coisa funciona ao inverso: quem tem cabeça socioambiental é visto como hypado. Do lado de lá do Equador, a questão já está incorporada, e ninguém nem cogita não reciclar o lixo ou colecionar centenas de sacolinhas de plástico. No fim das contas, o Brasil só não conta com um mercado de orgânicos e afins mais aquecido porque não há público suficiente. “O consumo sustentável não traz benefícios imediatos, mas garante condições de trabalho justas e a preservação do meio ambiente”, diz Oskar Metsavaht, dono da Osklen, um dos pioneiros da moda eco no Brasil. Só nos resta, então, correr atrás do prejuízo e ser a vanguarda verde por aqui.
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