Elas não param de causar. Escândalo, sensação, rebeldia. Para o bem e para o mal. Abusam das mordomias, beijam mulheres na boca, se enchem de remédios, caem bêbadas em seus carros luxuosos, mas não saem das primeiras páginas de jornais, revistas e sites de celebridades. Agora atire o primeiro piercing quem não adora uma personalidade ousada, interessante, desafiadora e ainda por cima estilosa.
O motivo mais provável dessa atração é que, em parte, acabamos nos reconhecendo nessas bad girls. Isso porque não existe alguém que num dia difícil da vida não tenha desejado chutar o pau da barraca. Bernardo Jablonski, psicólogo e professor da PUC do Rio de Janeiro, explica que só não botamos isso sempre em prática porque pensamos no que os outros – o que inclui mãe, namorado, polícia, amigos, vizinhos – vão pensar. “Então, refreamos nossos desejos e nos satisfazemos assistindo ao desempenho dos outsiders, admirando e invejando quem ousa nadar contra a corrente”, diz.
Amadas a distância e geralmente odiadas por quem está por perto, as bad girls que mais nos fascinam são as que têm algum talento para mostrar. Correm riscos, se expõem, mas acreditam no que fazem. E dão o seu recado. A seguir, algumas rebeldes de hoje e outras que já fizeram história.
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